Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Holas a todos, este é mais um Burbujas de Amor.

Esta semana o Burbujas irá continuar na sua senda de novos horizontes e experiências. Se já mostrei dois polos opostos, de um lado a gradiosidade de Sabina do outro a extravagância de Reno Renardo, desta vez irei mostrar o que fica na fronteira entre os dois: o Pop!

Que dizer do Pop espanhol? Bem, em primeiro lugar devo dizer que não estou no meio mais propício para conhecê-lo, raras são as pessoas que gostam do mainstream que por aqui passa. Contudo, de vez em quando o rádio é ligado...porque o leitor de CD's não funciona basicamente. De qualquer forma, dá para apanhar uma gota do que por aqui faz as delicias das faixas etárias pré-adolescentes, ou adultas, que gostos há muitos e não se discutem.

Fazendo uma análise ultra simplista, ou se ama ou se odeia até ao tutano. O Pop espanhol é repleto de influências sul-americanas, algo um pouco previsível, com refrãos de empinanço obsessivo e de cantores com vozes bastante "próprias". Esta não é excepçao em relação aos dois últimos pontos, felizmente deixaram à parte a faceta reggaeton da coisa. 

Portanto, tenho a alegria de apresentar o grupo madrileno Nena Daconte!

Nome inspirado num romance de Gabriel García Márquez, Nena Daconte é formado pela ex-Operacíon Triunfo Mai Meneses e pelo baixista Kim Fanlo. Mais informações deixo aqui a página da bandaquiça o Pop espanhol caia nas vossas boas graças. Mas preparem-se para o refrão, sério...

Aqui fica o exito Nº1! do top espanhol, Tenia Tanto Que Darte. Inté

 

 

PS: ah peço desculpa não apresentar o videoclip própriamente dito do grupo mas isso deveu-se à censura dos senhores, direitos e tal vocês sabem como é. 

 


sinto-me POPado
ruido Nena Daconte - Tenia Tanto Que Darte

vulgarizado por João às 23:26 | link da posta | explanar | ajuntar aos favoritos

Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

publicidade
s. f.

1. Qualidade do que é público.
2. Vulgarização; divulgação.

 

A publicidade é inquestionavelmente a melhor arma que as empresas têm hoje em dia de forma a venderem os seus produtos.

Publicidade nas suas formas mais variadas, desde um simples rectângulo de papel, passando por um cartaz no meio de uma praça e terminando num anúncio de televisão, é essencial e pode transformar um simples estaminé da esquina em uma cadeia de franchising.

Ora, há empresas que investem em publicidade mais que outras, o dinheiro fala sempre mais alto claro, porém há empresas de determinados produtos que não a dispensam de maneira alguma, talvez não a possam dispensar devido aos riscos que isso pode causar.

Independentemente de tal facto, há empresas que fazem da publicidade a sua bandeira, transparecendo uma imagem de sucesso não só no fabrico do seu produto como também dos seus próprios anúncios. As empresas de cerveja são sem dúvida um exemplo deste caso.

Fundada em Madrid no ano de 1890 a empresa de cerveja Mahou é, juntamente com a San Miguel, Cruzcampo e Estrella Damm, um dos pesos pesados quando nos referimos à cerveja espanhola.

Portanto, o grupo Mahou-San Miguel possuiu nos seus quadros um diverso número de qualidades de cerveja como é natural, o mesmo se passa em Portugal com a Super Bock e a Sagres. Temos a Boémia, temos a Green e por aí fora. Tal como Portugal também, as empresas de cerveja tentam com isto explorar toda a dimensão que o seu produto pode atingir, de forma a atingir, por sua vez, o mais variado número de pessoas, os chamados targets.

A cerveja Shandy é uma dessas qualidades. Shandy é, basicamente, cerveja misturada com aquilo que os ingleses designam por soft drink, como colas, limonada, ice tea etc. e as empresas souberam aproveitá-la bem.

Tudo isto serviu de introdução para o video que passo a publicar. Trata-se de um anúncio do grupo Mahou, mais concretamente da sua Shandy, de nome Mahou Mixta.

Achei um grande anúncio, tal como os restantes que fizeram para esta campanha de relançamento da cerveja. Este é o casting (em forma de anúncio) que antecipou um dos da Mixta que podem encontrar neste link, no minimo hilariantes todos eles.

 


sinto-me publicitado

vulgarizado por João às 19:42 | link da posta | explanar | ajuntar aos favoritos

Domingo, 10 de Maio de 2009

Depois da primeira parte e do video que pus há dias, aqui está a segunda parte dos meus pensamentos escritos sobre a Faculdade de Filosofia y Letras da UAM.

A caminhar a passos largos para o fim esta minha experiência de Erasmus, já cheguei ao ponto dos costumes e dos hábitos. Quando isso acontece, deixamos de pensar tanto naquilo que fazemos e passamos a pensar mais no que os outros fazem.

As aulas têm sido talvez a maior surpresa de todas.

Nos primeiros dias estamos ainda nas apresentações e introduções, portanto é comum a primeira aula, propriamente dita, é na realidade a segunda. Até aqui tudo bem, tenho já 17 anos de casa para saber como as coisas funcionam, o problema é o método como tudo ocorre, ora atentem:

Estou a caminho da Faculdade, 'tou a 5min de distância a pé desde a Residência, mas é o primeiro dia e sem saber como as coisas funcionam adianto-me uns bons 15min antes do inicio da aula, marcado para as 10 horas.

A porta da sala já está aberta, está um grupo cá fora à espera da Prof. outro encontro-o já dentro da sala. Sento-me a meio caminho do quadro, vai ser a minha primeira aula em castellano pior será se não ouvir a senhora a falar.

Quando chega, a multidão dentro e fora se agrupa nas cadeiras, o som aumenta a um ponto que me estranha e espanta. Reparem, venho de uma Faculdade onde as aulas raramente ultrapassam as duas dezenas de alunos e quando o Prof. entra, normalmente, respeitamos o "protocolo" do silêncio. Mas eu estava numa realidade diferente...

Faço as contas, «Devemos estar 50 aqui dentro...», o protocolo esse basicamente não existia. As apresentações são feitas assim como a entrega de trabalhos. Chegava a hora de começar a aula...

«Bom, ainda temos algum tempo, que dizem começarmos com a matéria?» - Por um momento, cri que seria diferente do habitual, a primeira aula seria de facto a primeira...

Do nada, uma vaia inrrompe pela sala. Mas quando digo uma vaia não é «Eh má onda!». Não! É mesmo uma «EHHHHHUUUHHH». Se fosse necessário uma prova de que somos gente de brandos costumes, ali estava. Nunca em tempo algum pensaria que assistiria a uma vaia numa Faculdade, «Só em Espanha» pensei...Mas a resposta da Prof. conseguiu surpreender-me mais:

«Pronto, pronto. Vocês é que sabem, para mi me dá igual !». Um sorriso sincero e um até amanhã foram suficientes para a debandada consequente. Missão cumprida. Primeira aula passava a segunda.

Hoje, coisas como estas tornaram-se vulgares. Junto a isto temos: tratar o Profs. por Tu ou perguntarem a nós se vamos às aulas no dia seguinte porque vai ser dia de greve de alunos.  Banalidades para uns, luxos para outros...

Hoje, começo então a reparar nas pequenas coisas. À frente do lugar onde me sento nesta aula de que falei, tenho sempre o mesmo rapaz. Até aqui tudo porreiro, é um rapaz de costumes, o problema é que me encontro sempre a fazer mesma pergunta a mim mesmo: «Que cara*** estás tu aqui a fazer homem?». Então não é que a personagem não faz nada na aula? Apenas se senta, posa o caderno fechado, cruza os braços, olha para o quadro e finaliza o seu pseudo-catatonismo com o conhecido e irritante, ligeiro e sucessivo, bater de perna. Uma hora disto! Até que acaba a aula e o homem, como influído de uma velocidade que faria inveja a Usain Bolt, saí disparado da sala.

Para fazer? Puxar do belo do cigarro pois claro...

Outro pormenor engraçado das aulas é o seguinte. Ao contrário das salas da minha Faculdade em Portugal, aqui as portas estão no extremo oposto ao quadro. Resultado, o aluno apenas ouve o som da porta a abrir e a fechar atrás de si, sem poder desvendar "O Caso do Misterioso Atardado(a)".

A reacção a este desconhecimento, a esta ansia de revelar a identidade da pessoa, é tal que uma reacção automática surge assim que fechamos a porta: dezenas de caras viram-se para nós! Durante 8 segundos sentimo-nos no meio de um palco, com os holofotes apontados e a única coisa que nos ocorre fazer é apresarmo-nos à cadeira mais perto, ao mesmo tempo que pensamos: «Para a próxima vou fechar o raio da porta sem barulho...».

Assim pensei e assim fiz.

Até amanhã


sinto-me na faculdade

vulgarizado por João às 11:46 | link da posta | explanar | ajuntar aos favoritos

Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Aló a todos! Por dificuldades técnicas e académicas estive ausente na última semana. Mas terei a obrigação de compensar esta minha falta ao, finalmente!, postar todos os rascunhos que tenho para aquí.

O primeiro é, como o titulo do post expressa, a minha homenagem para todas as mães e claro, em particular, para a minha. Reparem na firmeza de mãos a filmar isto...

Sem mais demora aqui fica parte final do fogo-de-artificio que teve lugar na madrugada de Domingo. Não percebi se o fogo foi lançado para comemorar o Dia ou se era um adepto blaugrana a festejar a vitoria sobre o Real de Madrid dessa noite, de qualquer forma, uma coisa é aproveitada para outra.

Hasta pronto!

Porque mãe há só uma!

 


sinto-me a favor das mães

vulgarizado por João às 11:21 | link da posta | explanar | ajuntar aos favoritos

Há um mito, em forma de graça, que alega que um espanhol apenas vai a Portugal para comprar toalhas. Este é um relato da estadia de um Estudante de Arqueologia em Erasmus em Espanha, e suposto produtor de toalhas.
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